PRAÇA SÃO FRANCISCO DE ASSIS

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Ano: 1996

Local: Avenida Otacílio Negrão de Lima, Belo Horizonte, MG

​Área Construída: 8.800m²

Projeto Paisagístico: Marieta Cardoso Maciel

MEMORIAL

O primeiro desenho interno da Praça São Francisco de Assis foi elaborado pelo paisagista Roberto Burle Marx em colaboração com H. L. de Mello Barreto, que previa o aproveitamento da massa arbórea existente.

Nota-se pelo desenho que a praça tinha características predominantemente ornamentais, o que restringiria seu uso pelo povo.

 

O projeto não foi executado. Assim, o espaço não existiu como uma praça pública. Este desenho só foi encontrado nos escritórios de Burle Marx após a inauguração das obras da Praça.

DESENHO DE BURLE MARX

Em 1990, foi elaborado o segundo desenho interno da praça, cujas diretrizes se diferenciavam totalmente do projeto anterior devido às condições ambientais, dentre elas, a alteração do seu desenho externo.

As características de espaço público foram introduzidas no Estudo Preliminar através do dimensionamento adequado dos ambientes, dos equipamentos e das edificações.

 

A composição formal, as texturas e cores enfatizam esse caráter. A praça, devido à sua forma geométrica regular, foi organizada pela trama modular quadrada, com áreas de 25 m2, que serve para criar as formas, compatibilizar os usos e localizar os ambientes sociais segundo a intensidade e hierarquia da utilização prevista.

PRIMEIRO ESTUDO PRÉ-LIMINAR, POR MARIETA MACIEL

Aproveitando todas as condicionantes ambientais, fez-se uso no plano já existente (do terreno) de um eixo de penetração, acomodando-se, de um lado e do outro, ambientes determinados e adequados ao programa.

PERSPECTIVA PROJETO DEFINITIVO, POR MARIETA MACIEL

As formas curvas dos ambientes potencializam os encontros e o descanso, centralizando-se no grande ambiente central, lugar obrigatório da passagem de todos os usuários.

Os passeios têm dimensões adequadas para o fluxo de pedestres, principalmente próximo à Igreja de São Francisco, onde as larguras foram ampliadas de forma a acomodarem o grande número de visitantes atraídos pela mesma e pela Lagoa da Pampulha.

O acesso vertical é feito por duas rampas e uma escada de dimensões tais que proporcionam, além da circulação pontos de descanso e panorâmicos da paisagem local.

Devido à burocracia pública, o arquiteto não pôde apresentar este Estudo Preliminar ao prefeito que por sua vez não o aprovou pois desejava mais áreas ajardinadas. Um segundo Estudo Preliminar foi elaborado dentro dessas novas diretrizes, tendo sido aprovado e elaborado o Projeto .

CONTATO

Tel: (31) 3234 0836

       (31) 99916 4933

e-mail: contato@polisarquitetura.com.br

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