EXPOMINAS

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Ano: 2003

Local: Belo Horizonte, MG

​Área: 12.000m²

Projeto Paisagístico:

Marieta Cardoso Maciel; 

Mirelli Borges Medeiros

Projeto Arquitetônico:

Gustavo Penna Arquiteto & Associados

MEMORIAL

Atuam como condicionantes do projeto alguns elementos ambientais, entre eles: a localização, a circulação, a topografia, a arquitetura, o clima e o caráter do empreendimento. Foram especificadas espécies arbóreas com floração significativa como ipês, Eritrinas, Cássias, Quaresmeiras, entre outras. Também serão utilizadas trepadeiras nas pérgulas e palmeiras. Em todos os jardins, as espécies são de fácil manutenção e adequadas ao seu ambiente. A cor é empregada como referência. Grupos arbóreos com floração de mesma cor indicam cada ambiente. Também os grafismos dos pisos têm a mesma função.

As pistas de rolamento são em asfalto e os passeios com pisos em placas pré-moldadas de concreto colorido formando grafismos.

 

Os passeios adjacentes ao estacionamento são arborizados e têm um grande recanto com objetivo de paradas com serviços de utilidade para o transeunte (pérgula, bebedouros, bancos, lixeiras, telefones públicos, sanitários automatizados).

 

As pérgulas que cobrem os recantos receberão trepadeiras (Congea tomentosa).

O “cul de sac” é o ponto focal da via principal na visada do acesso de veículos. Recebe tratamento especial com dispositivo para saída de vapor de água com iluminação de efeito para demarcação do limite físico-territorial com dimensões proporcionais ao do espaço livre (10 metros de diâmetro com revestimento em granito branco e equipamento para que a água tenha efeito de névoa).

O piso do estacionamento é do tipo intertravado de concreto, que favorece a permeabilidade. O estacionamento próximo à Avenida Amazonas não terá arborização em sua parte central para que possa ser utilizado em eventos ou para futuras construções, conforme definido pelo contratante.

 

A praça proposta configura um grande “Foyer ao ar livre”. Nos “tubulões” da estrutura de sustentação da laje do piso serão plantados Ipês amarelos (Tabebuia ochracea Mart.). Seguindo a disposição imposta pela estrutura da construção, as árvores são rigidamente ordenadas nesse espaço, que objetiva dar cor e contraste com a arquitetura dos edifícios.

 

Para que os elementos arquitetônicos e naturais sejam valorizados e identificados e haja segurança e visibilidade suficiente à noite, a iluminação merece atenção especial. Algumas torres farão a iluminação homogênea principalmente nos acessos principais (conforme projeto específico). Sinalizadores e balizadores serão utilizados para indicar os percursos. Além disso, alguns conjuntos arbóreos, como o de ipês amarelos, terão suas copas iluminadas. Dessa forma, a iluminação atua como elemento de valorização da paisagem noturna.

CONTATO

Tel: (31) 3234 0836

       (31) 99916 4933

e-mail: contato@polisarquitetura.com.br

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